Paz e bem, amados (as)!
Tem coisa melhor na vida que a presença de Deus?! Fico me perguntando e tentando recordar experiências que eu tenha vivido que proporcionem tanta “completude” ao meu coração quanto a sensação de estar “cheia de Deus”, de ser “amada por Ele”... Procuro, procuro... E não encontro! E sei que não encontrarei.
Recordo-me agora e sei que você também deve ter vivido momentos de oração ou reflexão em que muitos irmãos em suas pregações/orações disseram isso: “Existe um vazio no coração do homem que somente Deus pode preencher”. Gente, não é frase feita. É verdade puríssima. Só quem experimenta pode testemunhar. Mas, para mim, não é só um vazio. Não é só um espaço. É o todo. Porque Deus quando encontra nosso coração, enche-o por completo.
É difícil até explicar. Em seus escritos, Santa Faustina tenta descrever – até mesmo por obediência ao Senhor que lhe pedia para anotar tudo, todas as experiências – esses momentos de comunhão, de intimidade, de sensação da presença de Deus. E várias vezes, ela se questionava como alguém tão imperfeita, tão pequena, poderia receber em si a majestade, o Rei de todo o Universo e Ele, o Rei, querer residir, justamente ali, naquele ninho de “imperfeições”... Também fico me perguntando isso...
Eu me conheço bem, como eu sei que você também conhece a si mesmo. Sei quem sou. Sei das minhas imperfeições, das minhas limitações, das minhas fraquezas, dos cantos escuros que ainda existem em mim. E que Deus é esse, que mesmo assim, sabendo quem eu sou, de verdade, aponta para mim e ME escolhe?! Que apesar de tudo isso, de tantas quedas e fraquezas, não se cansa de dizer: “Eu te amo. Eu te escolhi. Eu te quero de pé. Eu te amo. Continua. Segue em frente”?! Que amor é esse?!
É esse amor que nos reergue, que nos inquieta e nos faz sair do comodismo; é o AMOR quer nos ensinar como AMAR. Jesus Cristo; o amor próprio. Nome que deve fazer tremer todo o nosso ser, porque não houve quem expressasse tamanho gesto de amor como Ele fez. Ele que se fez servo, ao lavar os pés daqueles que o serviam; Ele que alimentou milhares; que teve compaixão de todos os que se aproximavam dele com sofrimentos, dores e enfermidades, fossem físicas, fossem espirituais... Ele que “esmagou” o seu próprio querer, ao colocar a vontade do Pai acima de tudo; Ele que sempre soube que a sua resignação nos traria VIDA, nos traria RENOVAÇÃO. Ele que foi até o fim, em todas as dores, porque sabia que no terceiro dia, tudo se faria NOVO.
E o que é a sensação da presença de Deus, senão a confirmação do seu amor por nós?! É essa certeza que sentimos no coração de que Ele está conosco, de que Ele não nos abandona, de que Ele nos ama, infinitamente! A sensação da “presença de Deus” se confunde com essa mesma sensação; a de que somos amados por Ele. Ambas se perpassam, confundem-se. Como não se render a tal exemplo?! Como não mergulhar nesse coração cheio de misericórdia e amor?! Como não crer nessa verdade, nesse caminho, nessa vida?!
Queridos (as)! Inúmeros gestos de amor o Senhor tem lançado sobre nós, sobre nossas vidas. Basta olharmos ao nosso redor. Comungar do Seu Corpo e do Seu Sangue, na Santa Missa; adorá-lo em todas as Igrejas, nos cantos mais distantes desse país; comungar da sua presença e da sua face no irmão; ter em si o desejo de não desistir, de ir até o fim...
Que a presença de Deus possa encher todos os espaços de nossa vida. Que o Seu amor nos alcance sempre mais e conquiste, de vez, o nosso coração. Porque um coração rendido, um coração que ama o Senhor, é um coração, uma vida que não volta atrás...
Tem coisa melhor na vida que a presença de Deus?! Fico me perguntando e tentando recordar experiências que eu tenha vivido que proporcionem tanta “completude” ao meu coração quanto a sensação de estar “cheia de Deus”, de ser “amada por Ele”... Procuro, procuro... E não encontro! E sei que não encontrarei.
Recordo-me agora e sei que você também deve ter vivido momentos de oração ou reflexão em que muitos irmãos em suas pregações/orações disseram isso: “Existe um vazio no coração do homem que somente Deus pode preencher”. Gente, não é frase feita. É verdade puríssima. Só quem experimenta pode testemunhar. Mas, para mim, não é só um vazio. Não é só um espaço. É o todo. Porque Deus quando encontra nosso coração, enche-o por completo.
É difícil até explicar. Em seus escritos, Santa Faustina tenta descrever – até mesmo por obediência ao Senhor que lhe pedia para anotar tudo, todas as experiências – esses momentos de comunhão, de intimidade, de sensação da presença de Deus. E várias vezes, ela se questionava como alguém tão imperfeita, tão pequena, poderia receber em si a majestade, o Rei de todo o Universo e Ele, o Rei, querer residir, justamente ali, naquele ninho de “imperfeições”... Também fico me perguntando isso...
Eu me conheço bem, como eu sei que você também conhece a si mesmo. Sei quem sou. Sei das minhas imperfeições, das minhas limitações, das minhas fraquezas, dos cantos escuros que ainda existem em mim. E que Deus é esse, que mesmo assim, sabendo quem eu sou, de verdade, aponta para mim e ME escolhe?! Que apesar de tudo isso, de tantas quedas e fraquezas, não se cansa de dizer: “Eu te amo. Eu te escolhi. Eu te quero de pé. Eu te amo. Continua. Segue em frente”?! Que amor é esse?!
É esse amor que nos reergue, que nos inquieta e nos faz sair do comodismo; é o AMOR quer nos ensinar como AMAR. Jesus Cristo; o amor próprio. Nome que deve fazer tremer todo o nosso ser, porque não houve quem expressasse tamanho gesto de amor como Ele fez. Ele que se fez servo, ao lavar os pés daqueles que o serviam; Ele que alimentou milhares; que teve compaixão de todos os que se aproximavam dele com sofrimentos, dores e enfermidades, fossem físicas, fossem espirituais... Ele que “esmagou” o seu próprio querer, ao colocar a vontade do Pai acima de tudo; Ele que sempre soube que a sua resignação nos traria VIDA, nos traria RENOVAÇÃO. Ele que foi até o fim, em todas as dores, porque sabia que no terceiro dia, tudo se faria NOVO.
E o que é a sensação da presença de Deus, senão a confirmação do seu amor por nós?! É essa certeza que sentimos no coração de que Ele está conosco, de que Ele não nos abandona, de que Ele nos ama, infinitamente! A sensação da “presença de Deus” se confunde com essa mesma sensação; a de que somos amados por Ele. Ambas se perpassam, confundem-se. Como não se render a tal exemplo?! Como não mergulhar nesse coração cheio de misericórdia e amor?! Como não crer nessa verdade, nesse caminho, nessa vida?!
Queridos (as)! Inúmeros gestos de amor o Senhor tem lançado sobre nós, sobre nossas vidas. Basta olharmos ao nosso redor. Comungar do Seu Corpo e do Seu Sangue, na Santa Missa; adorá-lo em todas as Igrejas, nos cantos mais distantes desse país; comungar da sua presença e da sua face no irmão; ter em si o desejo de não desistir, de ir até o fim...
Que a presença de Deus possa encher todos os espaços de nossa vida. Que o Seu amor nos alcance sempre mais e conquiste, de vez, o nosso coração. Porque um coração rendido, um coração que ama o Senhor, é um coração, uma vida que não volta atrás...
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